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02 A fumaça que encobre Manaus e a péssima qualidade do ar foram os destaques dos discursos na Assembleia Legislativa nesta quarta feira 11
11.10.23 13:53h
A fumaça que encobre Manaus e a péssima qualidade do ar foram os destaques dos discursos, na Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (11)
A névoa de fumaça e a péssima qualidade do ar em Manaus e na região metropolitana da capital do Amazonas foram os destaques nos discursos, durante a Sessão Especial, desta quarta-feira (11), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O vice-presidente da Casa Legislativa, deputado Carlinhos Bessa (PV) chamou atenção às consequências do ar contaminado à saúde da população. O parlamentar destacou que hoje a população está vivendo no meio da fumaça, com a capital e o interior totalmente poluídos. “Isso vai causar um grande prejuízo na saúde pública. O estado precisa fiscalizar e punir quem pratica tal ato, tendo em vista que estamos vivendo um momento delicado de desastre ecológico com a seca, quadro piorado pela fumaça”, enfatizou. Bessa disse ainda que o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) precisa colocar mais fiscais nas ruas. “Se a gente não tomar uma atitude, o prejuízo na saúde pública será grande. Então, os órgãos de controle precisam impedir e inibir esses crimes ambientais, porque ficar apenas apagando fogo não adianta”, alertou. Comentando sobre o problema, o deputado Sinésio Campos (PT) citou o painel de monitoramento de qualidade internacional World’s Air Polution, que reúne dados de se sensores ao redor do mundo, incluindo o Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), que classificou Manaus como o segundo pior lugar do mundo para se respirar e a necessidade de educação ambiental. “Nesta quarta-feira, Manaus é a segunda cidade com ar mais poluído por causa da fumaça. As queimadas ocorrem como uma espécie de preparação para plantio porque as cinzas corrigem o PH ácido do nosso solo, tornando-o bom para o plantio. Concordo que a fiscalização e controle devem acontecer, mas a educação ambiental precisa ser feita. O calcário poderia ser distribuído para os produtores porque é um caminho ecologicamente mais limpo ou pelo menos a venda a um preço subsidiado para que as pessoas possam adquirir”, apontou. Também lamentando a classificação da qualidade do ar, a deputada estadual Joana Darc (UB), presidente da Comissão de Proteção aos Animais, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, cobrou ações efetivas de proteção ambiental. “Estamos com a segunda pior qualidade de ar do mundo e isso é muito grave. Pessoas estão aproveitando para colocar fogo em terras para explorar atividade ilegal. A Amazônia não pode servir apenas para palco de discurso, precisamos de ajuda a nível mundial e nacional”, afirmou.   Desbarrancamento em Itacoatiara Um desbarrancamento na margem da cidade de Itacoatiara (distante 175 quilômetros de Manaus) que causou a destruição parcial do porto da cidade foi repercutido nos pronunciamentos. O deputados Cabo Maciel (PL) se pronunciou lamentando o ocorrido e afirmando que já procurou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). “Já fiz contato com o Dnit e pedi uma equipe técnica no local para avaliar o que aconteceu nesta área do porto. Este porto é importante para Itacoatiara é um município estratégico, recebe cargas, param navios para fazer o transbordo para vir para capital”, afirmou. O deputado Thiago Abrahim (UB) também repercutiu o desbarrancamento do porto de Itacoatiara, alertando sobre o perigo para outros portos do interior. “Para reconstruir este porto vai levar pelo menos dois anos e será um prejuízo para Itacoatiara. Isso serve de alerta para os demais portos que sofrem efeitos de terras caídas no Amazonas”, alertou.  
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01 Assembleia Legislativa do Amazonas concorrem em duas categorias do Prêmio Assembleia Cidadã da Unale
11.10.23 13:53h
Assembleia Legislativa do Amazonas concorrem em duas categorias do Prêmio Assembleia Cidadã, da Unale
A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) está concorrendo em duas categorias do 4º Prêmio Assembleia Cidadã, promovido pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale).  O projeto Mobilização, Inclusão e Transformação (MIT) + Cidadania e o programa Educando pelo Amazonas  estão classificados, respectivamente, nas categorias Atendimento ao Cidadão e Projetos Especiais. A premiação tem o objetivo de incentivar projetos que busquem a humanização do serviço público e do Poder Legislativo, promover políticas públicas para o bem-estar da sociedade e o fortalecimento dos estados-membros da Federação, alinhado à modernização dos serviços legislativos prestados. “Estamos muito orgulhosos que os nossos projetos estejam concorrendo ao prêmio. Isso mostra que estamos no caminho correto. Temos clareza de que esses projetos têm relevância e podem humanizar o serviço público”, avaliou o presidente da Aleam, deputado Roberto Cidade (UB).   Concorrentes Realizado pela Escola do Legislativo Senador José Lindoso desde o ano de 2022, o  programa, Educando pelo Amazonas promove, em municípios do interior do estado, palestras onde são trabalhados temas de maneira transversal na educação, ampliando as experiências, contribuindo para crescimento social e aumentando o suporte educacional visando à aprendizagem. “Nós trabalhamos questões importantes como ética, cidadania, direitos humanos, segurança pública, educação e diversidade”, apontou o diretor Jander Lasmar, acrescentando que a Escola do Legislativo cumpre seu papel social, que vai além de capacitar seus servidores, mas poder expandir conhecimento para as comunidades. Já o projeto MIT + Cidadania é coordenado pela Comissão de Promoção ao Desporto e Defesa dos Direitos das Crianças, Adolescentes e Jovens da Aleam, presidida pelo deputado estadual João Luiz (Republicanos). A finalidade é aproximar o Estado da população, levando de forma gratuita serviços públicos de promoção à cidadania, assistência psicossocial, jurídica e de saúde. “Estamos trabalhando para ajudar a sociedade com políticas públicas sérias, envolvendo diversos órgãos", disse o deputado João Luiz, ao celebrar a indicação ao prêmio.
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03 Aleam realiza Cessão de Tempo sobre denúncias de procedimentos errados da Hapvida
11.10.23 13:51h
Aleam realiza Cessão de Tempo sobre denúncias de procedimentos errados da Hapvida
Uma Cessão de Tempo, de iniciativa do deputado Rozenha (PMB) foi realizada na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta quarta-feira (11), cedendo espaço a Marcos Benatar Facuri e Ana Paula da Silva Oliveira, pais de pessoas que morreram em consequência de possíveis procedimentos errados na rede Hapvida. O deputado Rozenha (PMB) enfatizou que a rede atende 416.343 usuários no Amazonas, mas possui apenas 200 leitos. “Quem pode atender esse quantitativo com qualidade sem ter estrutura? A estratégia da Hapvida é vender planos a um preço de dumping, matando os concorrentes, criando volume de receita e administrando os problemas que surgirem. Apenas 200 leitos para mais de 416 mil usuários é impossível atender com qualidade. O negócio da empresa é faturamento, aumento de receita, valorização de ações. O negócio deles é dinheiro, não é saúde”, resumiu. Na oportunidade, os pais falaram sobre os acontecimentos que levaram seus filhos à morte, criticando o descaso no atendimento. Marco Benatar perdeu a filha em um procedimento pelo qual ela esperou quase 17 horas para ser operada e foi contaminada no ambiente hospitalar pelo tubo de ventilação. “Eles são canalhas e até nos ameaçaram. Infelizmente fui enganado pelo Hapvida, que não é um hospital, é um matadouro. O Hapvida não trata de saúde, é o ‘Hapmorte’, sentenciou. Também em depoimento na Aleam, Ana Paula Oliveira relatou que perdeu a filha vítima de sepse dentro da Hapvida. “A demora no atendimento correto é a falha que acaba causando dano irreparável aos pacientes. Foi o que aconteceu aos nossos filhos. É claro que não houve cuidado e zelo no atendimento. Nós, mães e pais aqui presentes seguimos com uma companheira constante: a saudade. E precisamos de justiça para os nossos filhos. Olhem por nós, vocês que são pais”, pediu aos deputados. A deputada Mayara Pinheiro (Republicanos) sugeriu a criação de uma Comissão Especial para convocar os representantes da Hapvida para uma Audiência Pública. Também, durante a Cessão de Tempo, o deputado Mário César filho (UB) lembrou do caso de um senhor de 74 anos que, no período carência, deu entrada em uma unidade da Hapvida com uma emergência. “Mesmo assim foi orientado a buscar um hospital público, sendo preciso os familiares ingressarem na justiça para garantir o atendimento dele, já que em questão de urgência e emergência não existe carência a ser cumprida”, explicou.
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11.10.23 12:03h
A convite do Cônsul-Geral do Japão, Débora Menezes representa Aleam em reunião estratégica para o Amazonas
A deputada estadual Débora Menezes (PL-AM) foi uma das parlamentares convidadas pelo Cônsul-Geral do Japão em Manaus, Masahiro Ogino, para reforçar parcerias e investimentos no Estado. A deputada integrou a juntamente com a deputada Alessandra Campelo (Podemos) e o deputado Mário César Filho (UB) em um encontro produtivo e que rendeu grandes feitos sociais, políticos e econômicos, propiciando melhorias e progresso aos amazonenses. A parlamentar reiterou que o Japão e o Amazonas tem uma estreita e longa relação diplomática, além de extensas parcerias na área pública e privada em vários setores do Estado. Os termos de cooperação vão desde as questões ambientais, educação, Polo Industrial (PIM), comércio, serviços, setor primário, movimentando uma cadeia econômica geradora de receita, além de empregos diretos e indiretos aos amazonenses. A deputada também destacou que o Japão tem uma importância gigantesca no Polo Industrial de Manaus, e o estreitamento de relações entre o Poder Legislativo e o Consulado Japonês, é fundamental para o desenvolvimento social e econômico, além da geração de emprego e renda na região. "No Polo Industrial de Manaus existem 44 empresas japonesas que geram em torno de 15.000 empregos diretos e quase 120 mil amazonenses que são beneficiados por vários outros projetos que são assessorados e apoiados pela comunidade japonesa em nossa região," destacou a deputada! "Além disso, toda comunidade japonesa no Amazonas é envolvida com ações e projetos que protegem nosso meio ambiente o qual apoiamos," reiterou a parlamentar. "Nosso objetivo é sempre estreitarmos os laços para que através de ações efetivas possamos continuar atraindo investimentos para o nosso Amazonas," afirmou Débora Menezes! A atuação da deputada nesse contexto, demonstra o compromisso da parlamentar em buscar parcerias e abrir novas frentes de desenvolvimento para o Estado do Amazonas.
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Fotos Davide Silva 18
11.10.23 11:49h
Em Cessão de Tempo de Wilker, Comissão de aprovados em concursos da segurança pública do AM cobram convocação do Governo para combater crise no Estado, desde violência às queimadas
A tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) ecoou nesta terça-feira, 10, o clamor dos aprovados nos concursos públicos da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), da Polícia Civil (PC-AM), do Corpo dos Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) e do 190 da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Amazonas (SSP-AM). Em Cessão de Tempo concedido pelo deputado estadual Wilker Barreto (Cidadania), o representante da Comissão de Aprovados nos concursos da segurança pública do Estado, Thiago Dolzane, cobrou a imediata nomeação dos aptos no certame por parte do Executivo estadual, que vai ao encontro de combater a alarmante baixa de efetivo das corporações, que vem sendo exposta diante da crise de insegurança, seca e queimadas no Amazonas. Durante seu pronunciamento, Dolzane criticou a omissão do Governo em priorizar a nomeação e convocação dos aprovados, que somam 6.921 aprovados para provimento de cargos na PC, PM e Bombeiros, além de 300 administrativos para o serviço 190 da SSP-AM. “Nenhum incêndio começa grande, sempre começa com uma faísca e logo vai ganhando grandes proporções e a omissão do Governo em não convocar os aprovados é como ignorar uma faísca inicial. Estive aqui nessa mesma tribuna há cinco meses alertando a todos sobre a gravidade da situação que enfrentávamos na segurança pública, à beira do colapso devido o déficit de efetivo nas corporações. E de lá para cá, muita coisa mudou para pior, o Amazonas figura hoje como o terceiro estado mais violento, recorde de queimadas, deslizamento de terras e outras catástrofes, tudo isso somado à falta de 11 mil agentes de segurança pública”, frisou o representante.   Demora Diante do plenário, Dolzane exibiu uma tabela comparativa dos concursos realizados em outros estados e o intervalo de tempo de suas respectivas homologações e convocações. Em unidades federativas como São Paulo, Paraná e Pará, por exemplo, os aprovados esperaram de 4 a 21 dias para serem convocados, enquanto que em Santa Catarina, Rio de Janeiro e Acre, os aprovados dos Bombeiros aguardaram de um a dois meses até o chamamento. Em comparação com o Amazonas, os aprovados da PM já aguardam há 161 dias (quase três meses), enquanto que os bombeiros já esperam há 270 dias, o que para Thiago, reflete a falta de vontade do Governo em melhorar os números da segurança no Estado. “A simples publicação dos editais pressupõe que o governador estudou os possíveis impactos financeiros. Planejamento orçamentário começa antes mesmo da divulgação dos editais, portanto, a convocação dos aprovados deveria ter ocorrido imediatamente após a homologação dos concursos, já que esses guerreiros aqui demonstraram bravamente sua aptidão para ocupar seus cargos”, pontuou.   Profissionais doentes A lacuna de profissionais de segurança pública citada por Dolzane, segundo ele, tem afetado a saúde dos trabalhadores que estão na ativa, além de comprometer a oferta do bom serviço devido à sobrecarga de trabalho. “Essa falta de efetivo sobrecarrega os bravos homens e mulheres que estão na ativa, enfrentando uma pressão extrema e lidando com situações traumáticas. O suicídio entre servidores militares é uma triste realidade, apesar de praticarem atos heroicos, são seres humanos e é nossa obrigação cuidar daqueles que cuidam de nós. Por isso, é essencial que o Governo convoque os nossos servidores, garantindo um serviço público eficiente e digno”, ponderou.   Cobrança Autor da Cessão de Tempo, Wilker afirmou que vai requerer uma reunião com a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa e o secretário da SSP-AM, na próxima semana, para cobrar esclarecimentos quanto ao chamamento dos aprovados. “Eu queria propor que nós possamos marcar para a semana uma reunião da Comissão de Segurança Pública com o Secretário de segurança. O não chamamento hoje do efetivo das forças de segurança pública significa o governo assumir publicamente que não tem interesse em resguardar a vida do cidadão. Vocês não estão aqui apenas lutando por um direito que conquistaram no concurso público, vocês estão também defendendo as vossas famílias, porque são elas que estão desprotegidas”, finalizou Wilker.
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